terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Lúcifer, Jezabel e a igreja



Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti. Pela multidão das tuas iniqüidades, pela injustiça do teu comércio profanaste os teus santuários; eu, pois, fiz sair do meio de ti um fogo, que te consumiu e te tornei em cinza sobre a terra, aos olhos de todos os que te vêem. (Ez 28.17-18)

Lúcifer, aquele que tornou-se a origem de todo o mal não foi assim desde sua criação, mas como a própria palavra diz, ele era: “...O SELO DA MEDIDA, cheio de sabedoria e perfeito em formosura (Ez 28.12b)”. Ser o selo da medida significa literalmente ser o padrão perfeito que serve como exemplo para praticamente tudo que um ser pode se tornar ou aspirar. Lúcifer era o padrão desejável por todos os outros anjos, e o seu comportamento e resplendor serviam como medida de aferimento para qualquer outro ser existente nos céus. Ele era cheio de sabedoria e perfeito em formosura. É o único querubim ungido que se faz referência nas escrituras conforme Ez 28.14. 

Não havia nele dolo desde o dia em que foi criado porque em perfeição foi criado por Deus até que se achou iniquidade nele. Seu resplendor, sua perfeição, seu padrão tornaram-se para ele pedra de tropeço, pois todas estas virtudes elevaram seu coração fazendo-o pensar que poderia estar no mesmo nível e talvez até acima de Deus. O restante da história nós conhecemos, e o fato é que a soberba o levou a rebelar-se contra seu próprio criador levando consigo um terço dos anjos que são as estrelas de Ap 12.4. A partir daí, Lúcifer foi expulso dos céus, perdeu a sua formosura, mas não perdeu a sua astúcia, sua inteligência e seu poder, apesar deste estar limitado por Deus. E ao longo dos séculos, seu maior projeto tem sido levar o homem, que é a imagem e semelhança de Deus à perdição eterna que já está destinada a ele e seus demônios. 

E nesse tempo todo, ele tem usado de seu próprio erro para enganar a muitos que andavam com o Senhor, para que se desviem do caminho da verdade. Muitos que a pouco tempo pregavam o evangelho puro e simples, tem elevado o seu coração e pela multiplicação do seu comércio tem deixado que encham as suas almas de violência, de arrogância, de soberba. Muitos tem feito acordos, tem vendido a sua fé, tem negociado a unção com Jezabel. Muitos tem se deitado à mesma cama com esta prostituta, tem se deixado levar pelos seus prazeres que parecem doces como o mel mas que tornar-se-ão amargos como o absinto. Muitos tem tolerado e feito aliança com esta falsa profetisa: Mas algumas poucas coisas tenho contra ti que deixas Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que forniquem e comam dos sacrifícios da idolatria. E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua fornicação; e não se arrependeu. Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras (Ap 2.20-22)”.

As denominações tem sido tolerantes com o sincretismo que é um problema histórico para a igreja. Shows e cultos ecumênicos tem sido cada vez mais frequentes. O interesse comercial tem subjugado e amordaçado a verdade da palavra de Deus. O comércio tem se multiplicado, no caso, o comércio da fé. E esse comércio tem enchido os templos denominacionais de violência contra Deus. Verdadeiros absurdos tem se visto, o erro original de Satanás tem sido utilizado com sucesso sobre muitos, o prêmio de Balaão tem seduzido e enredado uma multidão ao caminho largo. A soberba, a arrogância, a vaidade, o amor próprio exacerbado, a idolatria ao dinheiro e aos bens tem cegado a tantos. A igreja dos últimos tempos tem se apresentado e dado todos os sinais da profética e derradeira igreja de Laodicéia: Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta (Ap 3.17a)”. A igreja contemporânea pensa que é, mas não é. Parece que esqueceu que Deus exalta o humilde mas resiste ferrenhamente ao soberbo, aquele que se auto-intitula alguma coisa. Esqueceu que Deus escolheu as coisas vis e as que não são para confundir as que são, ou complementando, as que acham que são. As denominações passam pelo seu melhor momento financeiro desde a sua origem, mas ao mesmo tempo atravessam a sua maior crise espiritual. A igreja acha que é rica, que não tem falta de nada. Sobram recursos que tem sido acumulados para construir confortáveis templos para que as ovelhas se apascentem umas as outras enquanto que os perdidos são lançados no inferno aos milhares todos os dias onde não terão ar condicionado, mas sim uma chama a queimar por toda a eternidade que nunca se acaba e onde o bicho que nunca morre os roerá como gangrena, sem porém consumí-los. 

Mas e daí? O que a igreja tem a ver com isso? Afinal não precisamos de nada, temos tudo, nos reunimos em lugares seguros e confortáveis, e nos enchemos de lisonjas, reconhecimento próprio e glória de homens a todos os domingos. Ouvimos uma palavra abençoada que deveria transformar a nossa vida mas isto não acontece porque não deixamos Deus tocar onde vai doer para que sejamos curados da chaga maligna, do descaso e da indolência. Nos vendemos a Baal, deitamos à mesma cama de Jezabel e aceitamos o mesmo erro de Lúcifer. Elevou-se o nosso coração pela nossa formosura e fizemos aliança com o mundo ao invés de transformá-lo. Fomos influenciados e corrompidos ao invés de influenciar. Negociamos o evangelho do reino em favor dos prazeres terrenos. Nosso estado se tornou pior do que o primeiro e há muitos de nós que voltaram ao próprio vômito como os cães e ao espojadouro de lama como os porcos conforme 2Pe 2.22.

A igreja foi tomada de soberba, crê que vive o maior avivamento de toda a história, quando na verdade vive a sua maior apostasia. Esqueceu dos tesouros eternos e atentou para suas riquezas materiais que a traça pode corroer e o ladrão pode roubar num piscar de olhos. Coitada, acha que é rica: “e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu (Ap 2.17b)”. Que situação estarrecedora!!! Está na cara, só não enxerga quem não quer! Quando o maior tesouro de alguém que pertence a um reino espiritual está na terra a sua situação não poderia de forma alguma ser mais alarmante! Se eu pertenço a um reino que não é deste mundo mas vivo para este mundo ou eu mudo de direção e retorno para as coisas celestiais e para o reino de Deus ou sou desarraigado da videira e precipitado para o chão onde o que me resta é somente uma terrível expectação do juízo vindouro no fogo eterno consumidor! É isto! Esta é a nossa situação! Somos desgraçados, miseráveis, pobres, cegos e nus!

Que Deus tenha misericórdia e nos conceda entendimento para que venhamos a nos arrepender das nossas más obras fazendo o que Ele nos recomenda: “Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas (Ap 3.18)”. Concede-nos Senhor o verdadeiro tesouro dos céus, a tua palavra arraigada no nosso coração para não pecar contra ti, as boas obras que testificam a nossa fé, roupas brancas que são as nossas vestes de justiça que se tornam limpas pelo sangue do Cordeiro quando há verdadeiro arrependimento e contrição em nosso coração e também colírio dos céus para purificar os nossos olhos da cegueira e da visão espiritual turva que tem levado muitos ao engano e a apostasia.

Senhor Jesus, tem misericórdia da tua noiva! Limpa-nos com o teu sangue que tem poder para purificar-nos de todo pecado, mesmo que este seja vermelho como a escarlata, deixando-nos mais alvos do que a neve!

Maranata! Ora vem Senhor Jesus! Vem sem demora, por favor!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O vento de doutrina e o verdadeiro avivamento



E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos? (At 2.37)


Receba a Jesus como Salvador da sua vida e seja próspero, feliz, tenha plena saúde, tranquilidade e tenha todos os seus desejos realizados. Desta maneira a sua vida glorificará ao Senhor Jesus e não a Satanás porque através da cruz não há mais nada que precise ser feito. Ele é o filho de Deus e o cabeça da igreja e você como membro do seu corpo deve pisar sobre a cabeça de Satanás e humilhá-lo, de tal maneira que ele nunca mais ouse se colocar no teu caminho. Da mesma forma entenda que Deus é amor e que seus outros atributos como justiça, verdade e santidade se resumem neste amor, portanto não precisam ser considerados isoladamente. Da mesma forma a igreja do Senhor Jesus deve quebrar todas as barreiras de separação e o que une católicos e protestantes é muito maior do que o que os separa, portanto, o importante é que se pregue a Cristo que salva a todos aqueles que disserem sim ao Seu chamado, e a maior prova disso é o mover do Espírito Santo e o grande avivamento que está ocorrendo na Santa Sé! 

Estas são afirmações comuns que ouvimos atualmente e uma grande tendência que tem manifestado não somente a situação do evangelho nos tempos atuais, bem como vem a revelar também a atualidade do momento escatológico que se cumpre em nossa geração onde fica cada vez mais evidente que a volta do Senhor Jesus está se aproximando em progressão geométrica “..quando vier o filho do homem porventura haverá fé na terra?”. O evangelho é bastante simples, e foi ensinado de forma simples, mas desde seu princípio foi pervertido por muitos que se desviaram do caminho da verdade porque não tiveram amor pela verdade. E estes que se desviam são amantes de si mesmo, se entregam às suas próprias concupiscências e desejos vis. Quando oram, pedem algo para satisfazer seus próprios deleites. Por isto pode-se afirmar sem medo de errar que de maneira alguma são vítimas enganadas por falsos profetas como Benny Hinn e muitos outros, mas são enganadas porque querem ser enganadas e viver aquilo. Entendo que desta forma os falsos profetas acabam sendo somente o juízo de Deus sobre a vida destas pessoas que não tiveram o amor pela verdade e por isto o próprio Deus lhes envia a operação do erro para que creiam a mentira que nada mais é do que aquilo que realmente quiseram crer. Não há nada demais aqui. Eles simplesmente preferem crer que o evangelho é o que eles pensam que é, quando na verdade o evangelho é o que Deus determinou: reconhecimento do pecado, arrependimento e perdão. 

Sem isto é impossível haver verdadeira regeneração. Sem arrependimento constante das práticas desagradáveis a Deus o perdão por si só torna-se sem efeito. Quando Pedro perguntou a Jesus até quantas vezes deveria perdoar o irmão que pecasse contra ele, Jesus respondeu que deveria perdoar setenta vezes sete (Mt 18.21-22), o que na verdade quer dizer que devemos perdoar sempre, até porque a nossa dívida com Deus é impagável, portanto se Ele perdoa a nossa dívida impagável também temos a obrigação de perdoar sempre aquele que pecar contra nós. No entanto o perdão sem arrependimento vai sempre beneficiar o perdoador e não o perdoado. Explico: o perdoador, por obrigação e por ter o caráter de Cristo ao perdoar tem autoridade para orar de acordo com os ensinos de Jesus: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores (Mt 6.12)”. Desta forma as portas do perdão de Deus estarão sempre abertas. Caso contrário não deverá esperar que tenha efeito orar desta maneira porque ele mesmo invalidou as palavras da sua oração ao não perdoar e pedir que o perdão de Deus seja igual ao seu, ou seja, não haverá perdão da parte do Senhor porque ele mesmo pediu que não houvesse. Já em relação ao perdoado sem arrependimento, o efeito será apenas transitório porque se ele não se entristeceu em seu espírito certamente voltará a pecar da mesma forma. Por isto existem uma pergunta e uma resposta chave que devem ser feitas para diferenciar o que é a verdadeira conversão e o verdadeiro avivamento e o que não passa de vento de doutrina. A pergunta é: “Que faremos, homens irmãos?”. A pergunta feita por aqueles que ouviam a poderosa pregação de Pedro já trazia em si mesma, no sentimento de cada um a premissa básica para a restauração da alma: “E, ouvindo eles isto, COMPUNGIRAM-SE em seu coração”. O interior daqueles homens foi tomado de aflição, de tristeza, de comoção, pois entenderam o quanto eram maus e pecadores. E a partir deste momento eles abriram espaço para o agir do Espírito Santo, pois reconheceram seu estado tenebroso. Somente desta forma eles estariam aptos a continuar ouvindo e a aceitar a palavra que viria a seguir. Eles se dispuseram a fazer o que fosse preciso para serem restaurados, até mesmo a se humilhar. E é desta forma que a obra sobrenatural de Deus começa, através do arrependimento porque quando há soberba há também resistência do próprio Espírito que não transforma corações fechados e altivos, mas quanto aos humildes, que reconhecem as suas fraquezas, estes sim, serão visitados por Deus e renascerão mesmo que estejam sob as mais densas trevas.

Portanto, o comportamento psicológico daqueles homens já trazia a resposta para a sua pergunta, mas quando existe arrependimento Deus tem tanto prazer em perdoar que Ele facilita as coisas e vem ao pecador, neste caso específico usando Seu servo Pedro para dar uma resposta mais do que precisa, que de nenhuma maneira foi pesada àqueles que a ouviram e a receberam de muito bom grado: “ARREPENDEI-VOS!”. Ora, o que se diz hoje é que pregar o arrependimento traz jugo sobre a vida das pessoas. Há aí um entendimento totalmente errado. O que traz jugo sobre a vida de uma pessoa é o pecado que ela pratica e não a palavra que o denuncia! O fato do pecado ser denunciado através da palavra traz luz ao pecador que caso se arrependa, receberá a libertação do jugo que o oprime causado pelo seu pecado, por ele mesmo, mas jamais pela palavra pregada que opera arrependimento para a salvação, restauração e libertação da alma. 

Portanto afirmar que a palavra pregada pode trazer jugo sobre a vida de alguém porque denuncia o pecado é na verdade uma maneira dos neo-ecumênicos evangelicais tentarem subverter o verdadeiro evangelho, pois não suportam a sã doutrina e querem viver somente as bênçãos, benefícios e promessas de Deus. Em seus dicionários teológicos existem somente palavras como amor, perdão, misericórdia e graça. Arrependimento, verdade, santidade, e exortação foram completamente suprimidos e fazem parte somente da antiga aliança segundo eles. Mal sabem que caminham a passos largos para a perdição, pois pense você e entenda você o evangelho da maneira que quiser, isto jamais mudará o que ele realmente é! 

Da mesma forma muitos afirmam que o crente deve ser próspero financeiramente, caso contrário há algo de errado. E para contemplar esta necessidade foram criadas muitas formas de abençoar a vida do cristão, entre elas o trízimo, fogueira santa, fronha ungida, e por aí vai. Fico pasmo como Paulo não sabia dessas coisas e não nos deixou esse ensinamento em suas cartas, provavelmente ele não tinha o verdadeiro conhecimento do evangelho pois afirmou o seguinte: “Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter FOME; tanto a ter abundância, como a padecer NECESSIDADE (Fp 4.12)”. Pobre Paulo, homem sem conhecimento de Deus e sem comunhão com Seu Espírito, devia estar totalmente desviado ao afirmar algo assim. Passar fome, necessidade? Se ele realmente estivesse em Cristo conforme afirmam os neo-ultra-super-crentes de hoje somente poderia ter fartura e abundância! Cara sem noção esse Paulo! Ele e todos os outros que largaram família, bens e tudo que tinham para ir a países africanos miseráveis para pregar o evangelho, sofrer, serem torturados e talvez até morrerem por JESUS! Aliás, este JESUS, que afirmou ao jovem rico: “...vende tudo o que tens, dá aos pobres e segue-Me!”. Ah, como seria interessante que Jesus pedisse o mesmo para muitos apologistas da prosperidade! Falando neles, vejamos o que a palavra de Deus que é loucura para os que perecem fala sobre eles: “E também houve entre o povo FALSOS PROFETAS, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente HERESIAS DE PERDIÇÃO, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por AVAREZA farão de vós NEGÓCIO com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita (2Pe 2.1-3)”. Nossa, que palavra forte, creio que Pedro estava era com inveja da prosperidade destes homens, afinal ele não passava de um pescador frustrado que depois de receber o batismo com o Espírito Santo ao ser preso por anunciar o evangelho cometeu a loucura de se regozijar por ter sido havido digno de receber açoites juntamente com João por causa do nome de Jesus! Que bando de loucos esses apóstolos, acho que foi daí que surgiu a torcida do Corinthians! 

Outra coisa que os neo-ecumênicos evangelicais afirmam é que você deve buscar a satisfação de todos os seus desejos e planos quando a palavra fala em negar-se a si mesmo, tomar a cruz e seguir a Jesus, porque os pensamentos Dele são mais altos que os nossos. A palavra também fala em perder a nossa vida para ganhá-la. Que loucura é essa? O ensandecido Paulo, após ser apedrejado por homens de Antioquia e Icônio e ser arrastado para fora da cidade (isso que é diversão), cuidando alguns que poderia estar morto, voltou para estas cidades e para Listra (gostava de apanhar o homem), e confirmava os ânimos dos discípulos, exortando-os a manterem-se firmes na fé, afirmando que por muitas tribulações importa que entremos no reino de Deus (At 14.19-22). Oh glória! Será que você pode dizer amém para isto hoje? Ou você é destes que entende que o evangelho é só benefícios e que Jesus pagou o preço para você viver só do bom e do melhor? Ou você consegue entender o que diz o seguinte texto: “E Ele morreu por todos, para que os que vivem NÃO VIVAM MAIS PARA SI, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou (2Co 5.15)”. 

Aí além disso os mesmos neo-ecumênicos evangelicais gostam também de pisotear a cabeça de Satanás. Eu até imagino o estado que deva estar a cabeça do diabo de tanto que já pisaram nela. Eu sempre pensei que Jesus era quem faria isso, mas pelo jeito na torah destes indivíduos deve ter algum versículo em que Ele outorgou à igreja esta incumbência. A semente da mulher mencionada pelo Pai em Gn 3.15 eu sempre pensei que fosse Yeshua HaMashiach. Paulo também afirma que: “O DEUS de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés (Rm 16.20a)”. E a minha bíblia também fala coisas preocupantes a respeito daqueles que desrespeitam as autoridades celestes: “E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, CONTAMINAM a sua carne, e REJEITAM a dominação, e VITUPERAM as dignidades. Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, NÃO OUSOU pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda. Estes, porém, dizem mal do que não sabem; e, naquilo que naturalmente conhecem, como ANIMAIS IRRACIONAIS se corrompem. Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Coré (Jd 1.8-11)”. Nosso amigo Pedro também afirmou algo semelhante: “Mas principalmente aqueles que segundo a carne andam em concupiscências de imundícia, e desprezam as autoridades; atrevidos, obstinados, não receando blasfemar das dignidades; Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção (2Pe 2.10-12)”. Meu Senhor, tem misericórdia!

Continuando a interminável lista de heresias que constituem o chamado vento de doutrina vemos que Yahwhe hoje perdeu quase todos Seus atributos. O único que resistiu foi o amor. Este permanece, os outros Ele mesmo decidiu riscar da Sua existência porque viu que em nada agregavam a Ele. Estranho que eu sempre pensei que Ele fosse o mesmo ontem, hoje e sempre. A palavra fala que Ele é Aquele que era, que é, e que há de vir. Ou seja, sempre foi, é e será do mesmo jeito, Ele é imutável segundo as sagradas escrituras que para alguns acabaram se tornando nem tão sagradas assim, porque estão considerando somente o que lhes interessa e atende aos seus desejos. Engraçado que a mesma palavra afirma que Ele julga e peleja com justiça, que Ele corrige aqueles que ama. Talvez este seja um ponto importante. Se Ele não te corrige se preocupe, porque o amor Dele pode não estar mais sobre tua vida. Acorda enquanto é tempo irmão! A palavra fala que Jesus é nosso sumo sacerdote e intercede por nós, ou seja, Ele é nosso advogado diante do Pai. No entanto, chegará um momento em que Ele não será mais advogado e sim juiz! O tempo da graça não é eterno querido, assim como tua vida! Arrependa-se enquanto é tempo!

E fora tudo isso que já foi falado existe também o mover do espírito que está trazendo o maior avivamento da história, ou seria o maior vento de doutrina da história? Diria que o vento de doutrina atual é tão forte que já chegou a nível de furacão e a velocidade e força só tendem a aumentar. Dentro de tudo isto, manifestações absurdas onde não conseguimos entender de que forma o nome de Jesus está sendo exaltado. Igrejas carismáticas que usam de práticas idólatras sendo tomadas por este mover. Sem dúvida existe um mover, sem dúvida há um espírito atuando, mas este espírito não é o santo! Porque o Espírito Santo em Sua primeira obra na vida de qualquer ser humano, Ele vai convencer do pecado, da justiça e do juízo. Feito isto, caso haja compunção, arrependimento, Ele opera a conversão, o nascimento da nova criatura, a maior de todas as obras sobrenaturais de Deus na vida do homem, a salvação! Depois Ele completa a obra, enche o espírito humano da Sua presença, batiza, capacita e envia o novo homem cheio do poder de Deus aos perdidos. Essa é a verdadeira obra do Espírito Santo! Completa, cumprindo tudo que apraz a Deus e não ao homem porque Ele veio para exaltar, para glorificar o Filho! Poderia então o Espírito Santo agir onde há idolatria? Sejamos sensatos. Vamos raciocinar um pouco! Deus abomina, odeia idolatria! Se houver avivamento verdadeiro a primeira coisa que deverá acontecer é o que Jesus manda fazer: “SAI DELA, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas (Ap 18.4b)”. SAI DELA!!! Que comunhão há entre a luz e as trevas? Você pode participar ao mesmo tempo do cálice de Jesus e dos demônios? Creio que não! Portanto não venham me falar em avivamento na Santa Sé e muito menos em comunhão entre a igreja apóstata e os neo-ecumênicos evangelicais porque isto caracteriza nada mais, nada menos do que a venda e a comercialização da fé!
Em termos gerais, resumindo tudo isso que foi colocado, o que vemos hoje não passa de vento de doutrina com pequenas exceções. O tempo é de apostasia, da igreja ao gosto do freguês, pronta para atender aos seus desejos. Mas o que faremos para que haja o verdadeiro avivamento? A resposta é só uma: “ARREPENDEI-VOS!”.

Maranata! Ora vem Senhor Jesus!
Norberto Ullrich

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A excelência da obra de Cristo



"E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito (Jo 19.30)".
 Jesus, o messias prometido desde o princípio, a semente da mulher que fora mencionado pelo próprio Pai a partir da queda do homem, veio ao mundo para morrer por aqueles que estavam, estão e passarão por este ao longo de sua existência, proporcionando através da Sua morte vicária e substitutiva o maior evento espiritual de toda a história humana na Terra. Ele veio sem nenhum benefício próprio aparente, pois existiu desde o princípio e sempre esteve na glória: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (Jo 1.1)”. Ele era a palavra, estava com Deus e era Deus, deixou um lugar onde não havia lágrimas, dor, sofrimento, tentações e morte para sofrer tudo isto por alguém que O rejeitou em todo tempo: o homem! Então, eis que chegou o tempo da Sua vinda, do início do cumprimento da profecia messiânica que teria seu ápice não no momento de Sua chegada, mas sim no momento de Sua morte e ressurreição, e se estenderá até o Seu retorno em glória para exercer o juízo e a justiça eterna, com a eterna condenação dos ímpios e a glorificação dos santos remidos pelo sangue de Cristo. Passemos então agora a analisar a obra de Cristo em nosso favor e o que ela nos proporcionou.

O primeiro ponto que gostaria de ressaltar é a revelação do profundo amor de Deus pelo homem, sendo que este estava separado da Sua presença, destituído da Sua glória conforme Rm 3.23. Então Deus que havia sido insultado, desrespeitado e ignorado pelo homem vem até este para que haja uma reconciliação, provando através de Cristo o Seu amor que excede todo o entendimento: Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores (Rm 5.8)”. Este amor de Deus é o amor sobrenatural, o amor ágape que pertence a Sua natureza. Ele não possui amor, mas Ele é em Sua essência o verdadeiro amor. Humanamente isto é totalmente contrário a nossa natureza. Sinceramente não consigo crer que um homem seja capaz de entregar seu filho para morrer por alguém que nem mesmo conhece. Digamos então que além disso eu seja agredido, insultado, ignorado por este alguém e mesmo assim, estando ele condenado a morte eu vá até ele e ofereça em troca de sua vida a vida do meu próprio filho. Isto é humanamente inconcebível, porém Deus demonstrou através deste ato a imensidão do Seu amor e através desta obra possibilitou que venhamos não só a receber deste amor, mas transmití-lo aos demais homens.

Outro benefício claro que fica evidenciado nas escrituras foi a substituição da pena de morte que cada ser humano tinha contra si pelo cordeiro sem mancha. Todo homem pecou, e o pecado gerou a morte em cada um, que seria consumada com a morte física e a eterna condenação com o dano da segunda morte que seria a permanente separação de Deus. O homem não ficou livre da morte física, no entanto, aqueles que O receberam, foram dotados também do poder de se tornarem filhos de Deus (Jo 1.12), ficando livres da condenação. Quando Jesus foi traído e condenado vemos uma representação do homem que deveria morrer: Barrabás teria que ser condenado à morte segundo a lei mosaica, porém Jesus foi morto em seu lugar. Não sabemos qual foi o destino posterior de Barrabás, mas sabemos que da mesma forma que ele deveria morrer segundo a lei e a justiça que a santidade de Deus requerem nós deveríamos morrer pelas nossas constantes transgressões e rebeldias contra Deus e Sua palavra! No entanto, assim como aquele homem transgressor, nós fomos poupados e não pagamos com a morte pelo nosso pecado pois o Senhor o fez por nós.

Da mesma forma, não podemos esquecer de destacar a segurança que Ele nos dá em relação à salvação que é corroborada pelo poder existente no Seu sangue derramado: “Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida (Rm 5.9-10)”. E este sangue fala muito mais alto do que o sangue de Abel, pois é o sangue que purifica, que lava os filhos de Deus de todo pecado: “E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel (Hb 12.24)”. Por intermédio então, deste sangue derramado e aspergido para purificação dos nossos pecados, temos a segurança de que a nossa salvação está garantida se, é claro, fomos realmente lavados por este sangue, tendo recebido em nosso homem interior o selo do Espírito Santo que testifica em nosso espírito que somos filhos de Deus. Desta forma temos a certeza da salvação pois a Sua palavra nos dá esta garantia.

Outro fato relevante, onde muito provavelmente pode haver discrepância de entendimento por parte de muitos é a glória de podermos participar de Suas aflições. Provavelmente muitos não compreendam que isto seja um benefício e tenho certeza que se Jesus estivesse aqui neste momento e dissesse isto a grande maioria sairia de Sua presença assim como muitos o fizeram em Jo 6.60-66. O discurso foi duro demais naquele momento para alguns discípulos que estavam com Ele, talvez O acompanhando pelos benefícios, como a comida que receberam um pouco antes na ocasião da multiplicação dos pães e peixes (Jo 6.5-13). Da mesma maneira, vemos que apesar do ser humano não gostar e em muitos casos não aceitar as tribulações da vida cristã, elas nos são uma honra e nos imputam dignidade e de certa forma comprovam que estamos vivendo direcionados pelo Espírito: E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação (2Co 1.7)”. Paulo compreendeu isto com clareza e por isto tinha prazer nas aflições, sabendo que quanto maiores as lutas, maior seria o peso de glória, o galardão acumulado para o grande dia do encontro com Jesus: Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja (Cl 1.24). Aleluia!, Será que podemos dizer amém a isto? Será que podemos glorificar ao nome do Senhor por isto? Saibamos porém, com sabedoria espiritual que as aflições sequer se comparam aquilo que está preparado para os remidos pelo sangue de Jesus conforme nos afirma a palavra em Rm 8.18!
Outro fato considerável é o triunfo da vida sobre o império da morte, sobre o inimigo das nossas almas. Satanás, destituído dos céus por rebelar-se contra Deus, voltou-se contra o homem que foi criado a imagem e semelhança Daquele que o destituiu. Como o diabo nada podia fazer contra o Senhor, ele resolveu então tentar levar consigo aquele que é a coroa da criação. Mentiroso e homicida desde o princípio, ele enganou a Eva que convenceu também Adão a pecar. Convencido da vitória, da mesma forma que quando se rebelou contra O criador, pela sua jactância, arrogância e orgulho, viu seus planos irem por água abaixo quando Deus enviou Seu próprio filho para pagar o que o pecado requeria: a morte conforme Rm 6.23a! Mas, pela graça de Deus em Cristo temos a vida e com o pagamento efetuado a dívida foi cancelada: Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz (Cl 2.14)”. E com o cancelamento da dívida Satanás e seus demônios tiveram os seus planos frustrados. Os poços que ele entulhou para que não emanassem água foram limpos e transformados em fontes a jorrar para a vida eterna (Jo 4.14). E com os planos frustrados ele ainda continua agindo de forma limitada, tentando tragar a quem puder, no entanto ficou exposto a humilhação: E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo (Cl 2.15)”. O poder que a morte exercia sobre a humanidade caiu por terra para aqueles que aceitaram a obra da cruz.

Enfim, a obra de Cristo como um todo foi restauradora, reconciliadora, possibilitou a regeneração do homem ao seu estado inicial, trazendo-o de volta à comunhão com Deus e reestabelecendo esta relação de forma perfeita e definitiva. Por isto Ele se fez carne, para que através da morte da carne e do sangue que não podem entrar no reino de Deus houvesse a restauração, com Jesus, se tornando o primogênito dos mortos a receber o tabernáculo de glória formando uma grande e nova família, onde todos Seus irmãos serão semelhantes a Ele. Mas para isto, vivamos todos por Ele, para que esta glória venha a se confirmar naquele grande dia quando estaremos em pé diante do Filho do homem: "Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em diante do Filho do homem (Lc 21.36)". Aleluia!

Maranata!
Ora vem Senhor Jesus!

Norberto Ullrich

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A santificação e seus estágios

Tributai ao Senhor a glória de seu nome; trazei presentes, e vinde perante ele; adorai ao Senhor na beleza da sua santidade (1Cr 16.29)

Quando um homem aceita o sacrifício perfeito do Senhor Jesus ele é regenerado pela justiça que há em Cristo, a justiça que vem do Pai e é também justificado, sendo por isto considerado santo mesmo que tenha vivido apenas o início do trabalhar de Deus em sua vida. Ora, para que o homem possa ter plena comunhão com Deus entrando com ousadia no santíssimo lugar é necessário estar purificado ou então ele deverá adentrar o santuário invocando sobre si o sangue de Jesus que possibilita a entrada diante da presença do Deus Altíssimo sem ferir a Sua santidade. Se olharmos para os tempos anteriores à primeira vinda de Cristo veremos exemplos de homens que foram severamente punidos ao tocarem indevidamente na arca da aliança que continha em seu interior a presença de Deus. Muitos destes homens pagaram com a vida, pois não atendiam ao altíssimo padrão de santidade do Senhor dos Exércitos.

O fato é que este Deus a quem servimos não é essencialmente santo, mas Ele é completamente santo. Não há mancha, não há concessões, não há desvios. E diante deste padrão de santidade é impossível ao homem pairar diante da Sua presença e permanecer com vida. Ou o Senhor nos esconde na fenda da rocha ou morreremos. E é exatamente isto que Ele faz aqueles que desejam conhecê-Lo. Ele os esconde na fenda da rocha, na pedra angular, no próprio Cristo, que nos purifica com Seu precioso sangue e nos permite permanecer na Sua presença que agora não está mais em uma arca, mas sim dentro de nós, dentro do homem que estava sujo, separado de Deus. Imaginemos então a nossa responsabilidade! O Deus santo, criador do universo habita dentro de nós! Isso é fantástico, maravilhoso! E ao mesmo tempo é aterrorizante! É uma mistura de sentimentos que podemos ter ao vivermos carregando dentro de nós a presença do Espírito Santo.

E é por isto também que é necessário passarmos por tribulações. Se formos raciocinar logicamente, para poder produzir óleo de oliva através de azeitonas é necessário que estas passem por um processo onde serão moídas, reduzidas a nada para que somente depois venha a se extrair óleo de qualidade. Da mesma forma, chapas de aço terão que ser cortadas, dobradas, soldadas, pintadas para que se possa produzir através delas as mais diversas formas que a partir deste processo de manufatura se transformarão em um produto apto a ser comercializado. Talvez estas possam ser comparações bastante pobres com o trabalhar de Deus na vida dos Seus filhos, porém é inevitável que um homem originalmente pecador, passe por um longo processo onde ele não será mudado por um simples capricho divino, mas porque Deus nos concedeu o privilégio de nos tornarmos semelhantes a Seu filho amado! E por causa do Seu amor, por causa deste imenso privilégio e pela enorme distância que existe entre o Seu padrão e o nosso é necessário que Ele venha nos moer, nos reduzir a nada, porque somente neste momento, quando nosso ego morrer, quando nosso orgulho for subjugado, quando nossa vontade der lugar a Sua vontade e desejarmos viver os sonhos de Deus é que será refletida a perfeita imagem de Cristo em nós, à estatura do perfeito varão. É por este motivo que a palavra fala hoje muito forte ao nosso coração através do Seu Espírito: Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim (Gl 2.20)”. 

É mister, é inevitável, que as lutas venham porque nelas Deus está moldando nosso caráter e tratando da santificação da nossa mente  e do nosso coração. Não há como encontrar Jesus e permanecer o mesmo, não há como prosseguir em conhecê-Lo e não passar por contratempos. Seria mais fácil um caminhão nos atropelar e não nos causar nenhum arranhão. Mas nisso tudo, nas lutas, no processo da santificação contínua que terá o seu ápice na glória, em todos os momentos Ele está conosco, porque as tribulações que nos moldam são permissão Dele. Mesmo que Satanás pense estar tendo vitória, esta é apenas momentânea porque o Senhor desfará toda a obra das trevas com o sopro da sua boca e transformará todo o mal aparente em bem concedendo-nos muito além daquilo que podemos pensar ou imaginar! Saibamos portanto perseverar, sendo pacientes e convictos, com a fé que o Senhor mesmo nos deu, pois a obra que Ele começou Ele mesmo terminará!


Maranata! Ora vem Senhor Jesus!
Que a paz esteja convosco!

Norberto Ullrich